Sinais vitais
”Luís Mieiro, de 24 anos, é recém-licenciado em Medicina. Em vez de fazer o exame de acesso à especialidade — como a esmagadora maioria dos recém-licenciados – e começar a trabalhar, decidiu passar um ano sem rumo, pelo mundo fora, de África até ao Oriente, para conhecer outras gentes e culturas.
Quer conhecer primeiro os sinais vitais da vida, das necessidades, das dificuldades e dos costumes dos mais variados povos para depois mergulhar, a fundo, na profissão de médico – onde qualquer diagnóstico é sempre precedido da leitura dos sinais vitais do paciente.”
Coragem e dinheiro, em simultâneo…ou numa perspectiva mais gastronómica, como disse um amigo, “tomates e massa” ;pp
Sigam, como eu, em http://expresso.clix.pt/COMUNIDADE/blogs/sinais_vitais, o blog “Sinais Vitais”, descrito como o blogue da viagem do médico Luís Mieiro até ao oriente e assim…sonhando acordada
O Expresso já fez o mesmo, com Gonçalo Cadilhe, que desistiu de exercer a licenciatura em Gestão de Empresas para gerir a vida em viagem. É da Figueira da Foz, 36 anos, quase metade dos quais passados a viajar. Sempre em transportes públicos, pelos locais mais inesperados e nem sempre pacíficos. Como por exemplo, da Nicarágua à Colômbia ou Bolívia, do Afeganistão ao Nepal. As crónicas semanais publicadas no semanário estão compiladas em “Planisfério Pessoal“. Fiquei com uma certa curiosidade…
Segue a máxima:
“Não penses que um pequeno grupo de cidadãos com vontade não pode mudar o mundo. Na realidade, essa é a única forma de o fazer”.
Boa máxima, não??
Pois, mas a questão é sempre a mesma….no dia em que conseguir sobreviver de ar e vento aventurar-me-ei numa viagem destas….é que nem sequer estamos a falar em voluntariado, em que podes não ganhar nada mas também não tens despesas! Agora estamos a falar em 1 ano umas grandes férias à palix dos pais…em grande!!!
que inveja…. tivesse eu uns pais ricos
Tenho o prazer de conhecer muito bem o Luís. Aliás, tenho imensas saudades dele, pois é realmente um “gajo” único no mundo. Fico com pena que a nossa “Portuguezisse” nos faça sempre abrir a boca (neste caso as mãos, esticando os dedos para escrever) para falar sem conhecimento de causa. Força Tin Tin, your friends miss you!
Alinghi, nao interpretes mal…o sentimento dominante é a admiração
Alinghi, faço as minhas as palavras do anónimo! (anónimo, identifica-te :))
não leves a “inveja” à letra… eu acho uma ideia muito gira e tenho a esperança de um dia tirar uma sabática p fazer uma coisa do género… a sério!
Alinghi, A questão não é essa, e nada tem a haver com portuguezisse, mas antes com alguma dor de cotovelo ( e não tenho problemas em dizê-lo publicamente!) Acho sinceramente que é preciso ser uma pessoa especial para se lançar ao Mundo dessa maneira. E gostava muito de fazer o mesmo! A questão é mais pelo modo como a notícia foi dada:
“Em vez de fazer o exame de acesso à especialidade — como a esmagadora maioria dos recém-licenciados – e começar a trabalhar, decidiu passar um ano sem rumo, pelo mundo fora, de África até ao Oriente, para conhecer outras gentes e culturas.”
eu por mim também não fazia exame como a maioria e ia por aí fora conhecer o mundo…o que não tinha era o background necessário para um empreendimento desses…e por isso terá de esperar até um dia! Mas não me entendas mal, volto a dizer que o teu amigo deve mesmo ser especial porque não é qualquer um que está disposto a trocar os luxos e comodidades adquiridos por uma mochila e espirito de aventura!
E já agora podes-lhe dizer que os autores deste blog são leitores assíduos do “Sinais Vitais” e que seguimos atentamente todos os passos da sua odisseia ( bem….nem todos, só os que ele publica